domingo, 19 de julho de 2015

Uma regra simples para fazer conteúdo que valha a pena (traduzido)

Algumas semanas atrás publiquei aqui um texto retirado do blog do Umair Haique, um economista de Oxford que palpita sobre quase tudo. Era um texto que servia para um monte de coisas e, principalmente, como um "guia" para produção de conteúdo.

Por falta de tempo republiquei em inglês mesmo, sugerindo que algum leitor do blog fizesse a tradução. E não é que deu certo?

A Luísa Onofre viu, e pediu para a sua amiga Débora Schisler, sócia da Seven Idiomas, traduzir. Ai vai bio dela:

A Débora tem mestrado em linguística aplicada na PUC-SP e é uma professora e educadora muito experiente. Começou sua carreira na Associação Alumni, fundou a Seven Idiomas e hoje em dia dirige cursos e exames de professores na empresa. Além disso é líder do grupo Cambridge English, aqui no Brasil, que faz exames de proficiência em Inglês.

Chique né? Então fiquem com o texto traduzido.


As coisas que mais valem a pena fazer nem sempre são são fáceis, simples ou estão dentro da nossa zona de conforto. E isso você já sabe. Então, como saber se realmente compensam?

Aqui vai uma regra fácil: as coisas que valem a pena são paradoxos. Nos deixam tristes e felizes. Provocam dores e sorrisos. Nos fazem sonhar, enquanto nos fazem sofrer. Nos deixam agradecidos, enquanto também nos ensinam o significado da solidão.

Portanto, elas correspondem a um todo que faz parte de nós e não apenas porque contemos um turbilhão de sentimentos. Dessa forma, devemos vive-las para poder conhece-las de fato. As coisas nunca são meramente boas ou ruins, são relativas à perspectiva – afinal, uma característica não existe sem a outra. E isso se aplica a nós mesmos.

Você vê o homem na foto? Flutuando livremente no espaço, acima da Terra? Ele não sente apenas medo. Aposto que também sente s0lidão, terror, assombro, admiração, surpresa, paz, graça e compaixão. Essa experiência multidimensional é o que as coisas que valem a pena exaltam, não somente para nós, mas em nós. É por isso que elas são consideradas valiosas, enriquecedoras, inesquecíveis e notáveis.

Vou dar uma dica de ouro. Se o que você está fazendo não te movimenta como um todo, então não vale o sacrifício. Se faz com que você se sinta incompleto e unidimensional - ao invés de te fazer sentir conflitante, intrigado e dividido -, escolha algo diferente.

Porque é nessa tensão que tudo que há de melhor em você – perseverança, empatia, paixão , imaginação e garra – vai aflorar e emergir.

15 comentários:

  1. o bom é a imagem nada a ver kkkk

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  2. Mariana, a imagem é parecida com a que estava no post original. :)

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