quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Documentário de 25 anos de Street Fighter


Lembro até hoje da primeira vez que joguei Street Fighter 2. Era em um fliperama cheio de trombadinhas no Guarujá. Daqueles que ficavam nas Pintangueiras (praia central) e eu pedia para meus pais me levarem todo santo dia depois que voltávamos da praia. Horas e horas de diversão garantida.

Um dia entrei lá e...tchans!...tinha Street Fighter 2. Os gráficos e a jogabilidade eram revolucionários para a época (falar disso é chover no molhado, e a jogabilidade é revolucionária ainda hoje, na minha modesta opinião), mas havia algo mais ali. A possibilidade de escolher lutadores com personalidades tão diferentes e definidas. O russo fortão, o indiano esquisito, o japinha com faixa na cabeça, o americano vaidoso e, claro, o brasileiro bizarro. hehehe

Passei um verão inteiro jogando aquilo (e só levando porrada dos que eram mais rato de fliperama do que eu). Até que, algum tempo depois, ganhei o cartucho de Super Nintendo, e aí foi mais uma carga de vício. A vantagem é que, finalmente, podia ser o rei das lutas. Por um bom tempo fui o único garoto da turma a ter esse cartucho, então ganhava todos os campeonatinhos internos que a gente fazia. :)

Bons tempos esses, em que o maior desafio do mundo era vencer no Street Fighter 2.

Muito bom esse documentário sobre os 25 anos de aniversário da série. Assisto e sinto o cheiro de maresia do fliperama, e depois da casa dos meus amigos onde fazíamos os campeonatos. Quantas emoções!

Peguei no post-estréia da Helena Bernardes no Update or Die, aqui.


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