domingo, 1 de setembro de 2013

5 textos para ler com atenção vol.3

Essa é uma série de posts em que seleciono alguns textos e links interessantes que fui coletando por aí nos últimos dias, sobre os quais faço pequenos comentários. Aproveitem. 

Para acessar outros posts da série clique aqui.



16 marcas exaltadas pelo funk ostentação

Levantamento bem legal da Exame.com sobre as marcas que aparecerem nos sucessos do "funk ostentação", vertente do funk que tem o mesmo ritmo do "funk carioca", mas com letras que falam de consumismo e marcas. Esse é um fenômeno obviamente ligado à ascensão da classe C (ou "nova classe média" como alguns dizem).
Para as marcas que aparecem nos clipes de forma espontânea resta a dúvida: participar desse movimento, sim ou não? se sim, de qual forma? e como ganhar esses consumidores sem perder o glamour e, consequentemente, os consumidores AB?

A plateia no poder: o que querem dizer as vitórias do Netflix nos Emmys

Ótima análise da Ana Maria Bahiana sobre o que significa a série House of Cards ter ganhado vários Emmys.

Amazon Unlocks The Value Of Fan Fiction With "Kindle Worlds"
A notícia é velha mas, se você não viu, vale abrir o link. A Amazon está lançando uma plataforma para que escritores de Fan Fiction publiquem oficialmente suas obras, endossadas pelos autores das obras originais. A cada e-book vendido o autor-fã fica com 35% do valor.

Não é Preciso Perder a Cultura
Roteirista de séries americanas veio ao Brasil fazer um workshop para ensinar como escrever roteiros para esse formato. Já vale por esse parágrafo: Segundo Rabkin, o texto é mais importante do que os aspectos culturais. "Estamos descobrindo que, quanto mais individual é uma história, mas universal fica. Você foca num personagem ou em uma circunstância que as pessoas se identificam. O mercado brasileiro está se abrindo para que vocês contem histórias suas e chamem a atenção da audiência brasileira. Não é preciso perder a cultura de vocês para se tornarem globais.

Latitudes | Conheça o projeto transmídia estrelado por Alice Braga e Daniel de Oliveira
Tenho sérias dúvidas se esse projeto é transmídia mesmo, mas, independentemente disso, a ideia é interessante. A mesma história contada no YouTube, na TV a cabo e no cinema, só que com edições diferentes, adaptadas para cada mídia. Me parece que se isso é mais uma adaptação do que uma transmídia de verdade, mas, de qualquer forma, é um projeto ambicioso! 

Um comentário:

O espaço é aberto para críticas, sugestões e até elogios. Só, por favor, não venha com spam.