quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sobre se reconhecer no outro

postado originalmente no Facebook em 01/08/2013


Não é bizarro quando você está andando na rua e cruza com alguém que é fisicamente semelhante? Não precisa ser um sósia, mas ter traços em comum o suficiente para se reconhecer ali. Uma versão sua um pouco mais jovem, mais velha, mais magra, mais gorda...mais destruída pelas drogas e pela bebida...ou menos.

Pior ainda é quando, não bastasse isso, os olhares se cruzam e, por alguns segundos, ambas as partes reconhecem e reafirmam as semelhanças. Como se um falasse para o outro "eu me vejo em você".

Acabou de acontecer algo assim comigo, na rua. Me senti parte de um sonho estranho, ou de um filme fantástico, ou de uma trama de ficção científica envolvendo clonagem. Arrepiado até agora.

A parte boa é que o outro, nesse caso, era uma versão claramente piorada. Ufa.

Um comentário:

O espaço é aberto para críticas, sugestões e até elogios. Só, por favor, não venha com spam.