sábado, 30 de março de 2013

Hugo Chávez é recepcionado no céu por heróis latino-americanos



A animação acima, veiculada pela TV estatal da Venezuela, mostra exatamente isso. O ex-presidente Hugo Chávez, recentemente morto por causa de um câncer, chega ao céu e é recepcionado por heróis latino-americanos. Entre eles Simon Bolívar e Che Guevara.

Vou deixar minhas opiniões políticas de lado e me ater ao fato de que, se há algo a ser aprendido com esse pessoal (Chávez e pessoas que o cercavam) é como se cria um mito.

Mitos são importantes para a experiência humana pois servem inspiração e geram um sentimento de identidade para o grupo que os compartilha. E é até meio natural que grandes líderes sejam mitificados por seus seguidores. Mas, nesse caso, acho que a coisa começa a ficar estranha demais, né?

via Túlio Bragança

terça-feira, 26 de março de 2013

Coletânea de quebras da quarta parede


Segundo a Wikipedia...
A quarta parede é uma parede imaginária situada na frente do palco do teatro, através da qual a plateia assiste passiva à ação do mundo encenado. A origem do termo é incerta, mas presume-se que o conceito tenha surgido no século XVIII, com as teorias propugnadas por Diderot, quando este aponta: "Então, caso façais uma composição, ou caso representeis, pensai no espectador apenas como se este não existisse. Imaginai, na borda do teatro, uma enorme parede que vos separe da plateia; representai como se a cortina não se levantasse" (apud BORIE; ROUGEMONT; SCHERER, 2004, p. 167).
Hoje em dia esse conceito é usado também para o cinema, jogos de videogame, televisão e até literatura.

O vídeo abaixo é uma coletânea de momentos onde personagens do cinema quebram a quarta parede, se comunicando com a platéia. Vale tudo, desde um monólogo até uma discreta piscadinha.



via Trabalho Sujo

segunda-feira, 25 de março de 2013

Fotos sobre o cinema ao redor do mundo

Sabe o The Big Picture? É aquela seção do Boston.com que publica lindíssimas coleções de fotos toda semana.

Então, alguns dias atrás eles publicaram uma coleção de fotos sobre o cinema. Entenda cinema aqui no sentido mais amplo. Dentro da sala, fora da sala, exibições em lugares alternativos, o glamour das premiações e por aí vai...

Tá bem legal, e abrange cenas do mundo todo! Se você curte os assuntos (fotografia e cinema), clique aqui para ver tudo. 


sexta-feira, 22 de março de 2013

Os elementos da produção cinematográfica

Ahá! E você achou que veria aqui um belo infográfico, quem sabe uma palestra do TED. Errou!

O vídeo abaixo é mais uma esquete do Porta dos Fundos que, de forma bem cômica, mostra pra gente a importância de cada elemento da produção cinematográfica.

Se você ainda não viu, asssista!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Como as histórias nos afetam quimicamente?

Minha ex-aluna Nira Bessler postou esse vídeo alguns dias atrás, no grupo de Storytelling & Transmídia no Facebook. Copiei até a legenda que ela utilizou lá.

O vídeo trata de um experimento científico que media a mudança química e de comportamento de pessoas que ouviam uma certa história. O resumo? História = aflição + empatia.

PS: Já adianto que esse material é especialmente interessante para quem trabalha com captação de recursos e ONGs em geral.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Os Gráficos de Storytelling de Kurt Vonnegut

Esse post foi originalmente publicado no Update or Die, em 19 de janeiro desse ano, pelo mestre Wagner Brenner. Replico aqui sem tirar nem por...



Kurt Vonnegut foi um escritor americano famoso, mas que teve sua tese de antropologia rejeitada. Uma pena, porque é bem interessante.

Segundo Vonnegut, todo personagem principal de uma história tem altos e baixos, que podem ser transformados em gráficos, criando formas. Assim, quando você fosse escolher um filme, poderia utilizar ao invés do gênero (comédia, drama, etc), um critério mais elaborado como o “Homem no buraco” ou o “De Ruim pra pior”.

Meio spoiler, porém. Acho que foi por isso que não emplacou.

Mas é divertido pensar nos seus filmes preferidos e categorizá-los nas formas gráficas de Kurt Vonnegut. A ilustração acima é de Maya Eilam.




Outra grande contribuição cultural de Kurt Vonnegut são suas 8 preciosas dicas para você levar em conta antes de escrever sua história. Vale ouro, guarde.

01. Use the time of a total stranger in such a way that he or she will not feel the time was wasted.
02. Give the reader at least one character he or she can root for.
03. Every character should want something, even if it is only a glass of water.
04. Every sentence must do one of two things—reveal character or advance the action.
05. Start as close to the end as possible.
06. Be a Sadist. No matter how sweet and innocent your leading characters, make awful things happen to them—in order that the reader may see what they are made of.
07. Write to please just one person. If you open a window and make love to the world, so to speak, your story will get pneumonia.
08. Give your readers as much information as possible as soon as possible. To hell with suspense. Readers should have such complete understanding of what is going on, where and why, that they could finish the story themselves, should cockroaches eat the last few pages.

terça-feira, 19 de março de 2013

Quando a criança começa a mentir surge um contador de histórias

Assistir uma palestra de 17 minutos falada em coreano não é uma tarefa fácil, mas, nesse caso, vale muito a pena.

Aqui  Young-ha Kim, um artista coreano, fala sobre o processo e o prazer de fazer arte, presente na maioria das crianças, mas que se perde em algum momento da vida adulta.

Kim também trás uma definição original de storytelling. Para ele trata-se de conectar uma frase após a outra sem que a anterior não perca o sentido. E para isso ele dá um ótimo exemplo usando A Metamorfose de Kafka.

Assista e descubra. :)

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pottermore.com chega ao Playstation Home


Alguém aí se lembra do Pottermore.com? É aquele site / rede social do Harry Potter, feito com supervisão da própria J. K. Rowling e lançado assim que a série de livros foi finalizada, com o objetivo de deixar sempre vivo o universo ficcional do jovem bruxo.

Além de ter sido o primeiro lugar a vender as versões digitais dos livros, que só surgiram recentemente, pelo Pottermore.com também é possível colecionar cards, participar de fóruns e até exibir suas próprias histórias criadas dentro desse universo, o que chamamos de "fan fiction". Em outras palavras, uma iniciativa muito bem arquitetada pela autora, e que agora dá um novo passo.



É isso aí que você vê no vídeo. Pottermore.com chegou no Playstation Home, uma plataforma do Playstation 3 que, grosso modo, funciona mais ou menos como um Second Life, ou seja, um mundo dentro do console por onde é possível passear com o seu avatar.

Já brinquei um pouquinho no Playstation Home e posso afirmar que, por si só, é uma coisa meio inútil. Mas, ligado à uma franquia como Harry Potter, talvez finalmente tenha sido encontrado o propósito de existência da plataforma. O vídeo fala por si só, se você ainda não deu play, o que está esperando?

Fora que, para além dessa notícia, já dá para imaginar outros universos ficcionais se aproveitando da mesma ferramenta. Por que não?

Está aí uma possibilidade transmidiática para franquias de fantasia em geral. Aliás, qual outra você gostaria que seguisse os passos de Pottermore.com? Eu gostaria do Universo Marvel e de Walking Dead.

Literatura Brasileira em infográfico


Há algumas semanas o Ponto Eletrônico publicou esse infográfico baseado em uma pesquisa acadêmica que faz um raio-x da Literatura Brasileira.

A conclusão, em resumo, é que a literatura daqui é uma coisa de homens brancos intelectualizados de classe média urbana para homens brancos intelectualizados de classe média urbana. Em outras palavras, os personagens e temáticas acabam sendo um reflexo dos próprios escritores.

O que eu queria dizer, e que me motivou a publicar isso, é que obviamente existe um enorme mercado a ser explorado por histórias que gerem identificação em outros públicos. E que os homens brancos intelectualizados de classe média urbana também podem consumi-las.

Afinal, esse público adorou ver o Django se vingando do homem branco na base da chicotada, não gostou?



sexta-feira, 15 de março de 2013

Cama Elástica, uma história criada no Story Builder


Story Builder é uma nova ferramenta do Google que o Paulo Peres me apresentou alguns dias atrás.

Por meio dela é possível criar uma história simulando uma colaboração no Google Docs.

Como assim uma colaboração no Google Docs?

Pois é, a idéia é estranha, mas assim que você pega o jeito dá para imaginar um milhão de possibilidades.

Só que, ao invés de ficar explicando, resolvi criar uma história que compartilho com vocês agora. Ela se chama Cama Elástica e pode ser vista (sim, o produto final é um vídeo) nesse link.

Gostaram?

Mandem suas histórias pelos comentários. As melhores serão publicadas aqui. :)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Por que as histórias tem o poder de capturar nossa atenção?


As vezes uma imagem que as pessoas compartilham no Facebook é mais eficaz para responder uma pergunta do que um post cheio de argumentos e referências, daqueles bem longos.

10 formas de usar a segunda tela


Taí, um estudo bem legal da JWT sobre a segunda tela. Tão completo que eu não tenho basicamente nada para acrescentar. O que está esperando? :)


quarta-feira, 13 de março de 2013

Minha chamada para o #Vailaefaz

Lembram que sexta agora, 15 de março, estarei lá em Brasília participando do evento #Vailaefaz?

Pois é. A pedido da organização gravei um vídeo fazendo uma chamada para o evento. Fica o registro. :)

Entrevista com Marcelo Jesus, diretor de criação da RG/A


Como embaixador do grupo Young Lions Brasil powered by LinkedIn estou entrevistando alguns profissionais que são referência no mercado publicitário.

Essa aconteceu com o Marcelo Jesus, diretor de criação da RG/A e vencedor tanto do Young Lions quanto do Leão de Cannes tradicional.

Estou adorando essa experiência de brincar de Marília Gabriela viu?

Entrevistas anteriores:
Matheus Siqueira

terça-feira, 12 de março de 2013

Uma animação que explica a Jornada do Herói



Esse TED-Ed explica de forma mais clara impossível o que é e qual a estrutura básica da Jornada do Herói.

Se você não sabe o que é a Jornada do Herói ou quer mais referências, dá uma olhada nesse outro post que fiz sobre o assunto, muito tempo atrás.

via UoD

segunda-feira, 11 de março de 2013

Padronização não ganha a atenção

Alguns dias atrás o vídeo do jovem repórter entrevistando uma celebridade pela primeira vez ganhou a internet. Imagine-se entrevistando alguém muito famoso, sem prévia experiência para esse tipo de coisa. A maioria das pessoas ficaria muito nervosa, e com Chris Stark, repórter da BBC, não foi diferente. Ah, a celebridade é ninguém menos do que a Mila Kunis tá? Veja aí...




O nervosismo do rapaz certamente gera uma comoção inicial, mas não é isso que prende nossa atenção durante os quaes 7 minutos, e sim a conversa absolutamente corriqueira entre os dois. No meio de tantas entrevistas padronizadas, sempre com as mesmas perguntas burocráticas, o que o público realmente quer saber é sobre as coisas dos famosos com as quais podemos nos identificar.

Gostaria que esse episódio servisse se inspiração para certas imprensas especializadas fazem sempre as mesmas perguntas, e obtém sempre as mesmas respostas. Cansei de CEO falando que "nesse ano vamos crescer 20%". Porra, se todo ano todo mundo crescer 20% a economia entra em colapso e a inflação dispara!

Né?

Isso também serve para mim, que, como embaixador do Grupo do Young Lions Brazil no LinkedIn, estou fazendo entrevistas com profissionais referência da publicidade brasileira. Se eu vier com muitos clichês, por favor, puxem minha orelha!

Nesse link tem uma entrevista com o (agora também famoso) repórter.

Update: Segundo o Felipe Pacheco o pânico do repórter teria sido uma atuação, já que ele normalmente faz esse personagem do "nerd tímido". Seja como for, a lição aqui continua a mesma. :)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Matrix em 60 segundos



Ah que saudades do Matrix!

Que saudades de assistir o primeiro filme no cinema, meio sem saber do que se tratava, depois da aula, com os amigos da faculdade, e sair da sala com o queixo no chão.

Que saudades de reassistir o primeiro filme em DVD para testar a nova tecnologia (sim, naquela época DVD era novidade e Matrix foi um dos primeiros a aparecerem no disquinho).

Que saudades de ir até o cinema para ver a segunda parte com as expectativas lá em cima. Não cumpriu, mas também não decepcionou.

Que saudades da expectativa do terceiro e último filme. Só da expectativa. :)

Todas essas emoções foram liberadas por causa do vídeo abaixo. Matrix (o primeiro) em 60 segundos, no melhor estilo game 8bit de plataforma.



E, aproveitando que o outro post de hoje também foi sobre games versus cinema, já repararam como esse recorte dá uma dimensão de narrativa de videogame para o filme? As batalhas, os chefões, os obstáculos...

via Fabricio Gimenes

Os gamers estão sempre dirigindo a cena para a direção errada


J.J. Abrams, o cara por trás de Lost e do novo Star Wars, e Gabe Newell, co-fundador da Valve (uma das maiores empresas de games) se encontraram no último DICE Summit para conversar sobre histórias em multi-plataformas. No fim das contas foi uma conversa sobre cinema versus videogame, ou cinema mais videogame, ou cinema vezes videogames, dependendo do ponto de vista.

Não dá para perder uma conversa entre esses dois né? E parece que, par além desse evento, eles teriam firmado uma parceria para desenvolver as franquias da Valve. Assista aí!

PS: o título do post é uma tradução livre de uma frase do J.J. Abrams.



via IGN

quinta-feira, 7 de março de 2013

Pedir ao invés de cobrar

Amanda Palmer é uma artista independente americana e, mais recentemente, esposa do Neil Gaiman. Bom, só por essa última parte já valeria a pena ouvir o que ela tem a dizer né? Se o Neil Gaiman quis, quem sou eu para negar?

Mas, falando sério, esse é um dos TED Talks mais interessantes que vi ultimamente. Amanda fala de sua trajetória artística e como acabou batendo recordes de arrecadação no Kickstarter para lançar seu novo álbum.

Em resumo, ela coloca toda essa nova economia da arte (e principalmente da música), baseada em crowdfunding, sob a perspectiva do artista pedindo ao seu público, e não cobrando. Como se pedir fosse a nova economia.

No começo causa um estranhamento, mas essa é uma daquelas palestras que fazem a gente pensar...e a dica é que esse pensamento pode se encaixar em outras coisas além das artes, né?

quarta-feira, 6 de março de 2013

Valentine´s Day e outras anomalias

Quem pode acompanhar a movimentação das redes sociais, principalmente Facebook, no último 14 de fevereiro, deve ter percebido que um número bem expressivo de pessoas postavam algum tipo de mensagem comemorando o Valentine´s Day, versão americana do nosso Dia dos Namorados, que acontece em data diferente, 12 de junho.

Há quem diga que o Valentine´s Day deles tem uma origem mais nobre, com algum fundamento histórico e religioso, do que o nosso Dia dos Namorados, data inventada pelo comércio, já que nesse período do ano não havia nada de especial para impulsionar vendas.

A reivindicação é justa, mas, ainda assim, nunca antes na história desse país os brasileiros comemoraram tanto uma data que não é nossa. Assim como também vem acontecendo com Helloween e o Saint Patrick´s Day.

Na ocasião resolvi jogar a questão no próprio Facebook, e aí minha amiga Stella Wilderom matou a pau na explicação:
...agora falando sério eu tenho uma teoria de que coisas tipo black friday, valentines e etc tem uma grande influencia nessa coisa das marcas usarem esses temas de conteúdo e inundarem as suas paginas e posts desse assunto, criarem esses assets engraçadinhos pra compartilhar... pensa numa coisa tipo agenda setting criado pelas marcas... tipo isso aqui:
O link nos levava até essa imagem para ilustrar o raciocínio...


Nunca imaginei que a soma do trabalho de formiguinha das pessoas que geram conteúdo para as marcas nas redes sociais pudesse ter essa influência na cultura. Ok, ainda assim estamos falando só das pessoas conectadas nas redes. Mas, por outro lado, é um número cada vez mais expressivo.

E aí vão duas provocações...

1) Essas mesmas marcas poderiam colocar em suas agendas mensagens mais positivas, por exemplo, de tolerância. Vai que dá certo igual né?

2) No fim das contas o Valentine´s Day também entrou no nosso calendário por razões comerciais.

terça-feira, 5 de março de 2013

Story War: um jogo de cartas para contar histórias


Imagine um jogo com cartas que representam personagens, itens e cenários. Dois times lutam entre si com as cartas que tem. Mas, ao invés de números e habilidades para decidir qual carta é mais poderosa o que vale é a imaginação e a argumentação, avaliado por um juiz neutro.

Em resumo esse é o esquema de Story War, um projeto está no Kickstarter e já levantou mais do que o triplo da quantia necessária! No começo do vídeo um dos criadores até cita Apples to Apples como referência, outro jogo baseado inteiramente em argumentação, e o meu preferido de todos os tempos.

Não lembro quem me enviou isso (desculpa), mas resolvi postar aqui como forma de apoiar o projeto. Estou louco para brincar de Story War. Alguém topa?

segunda-feira, 4 de março de 2013

Histórias colaborativas garantem a audiência?

A Lincoln Motor Co. fez um comercial para o último Super Bowl materializando uma história criada por consumidores no Twitter, que enviavam sugestões com a hashtag #SteerTheScript (em português, dirija o roteiro). O comediante Jimmy Fallon participou dessa ação, ajudando a coletar e escolher os melhores tuítes, que foram costurados em uma única história.

Assista abaixo e tire suas conclusões. As minhas vão depois do vídeo.



Toda a ação, do começo ao fim, até pode ser conceitualmente interessante para a marca. A possibilidade de participar na construção da história certamente deixou algumas pessoas bem felizes, sobretudo as escolhidas. Mas, quando o produto final, ou seja, a história, é analisada, fica faltando alguma coisa.

Temos uma boa história quando nos identificamos e nos importamos com o protagonista, quando nos emocionamos com o que está acontecendo e quando temos algum nível de dúvida sobre o final daquela jornada. Quantos itens desse checklist você acha que esse vídeo preenche?

O problema aqui é uma certa noção de que hoje em dia, com o "advento da internet", ser interativo é uma obrigação. Fazer esse tipo de mecânica chamando pessoas para contarem uma história pode funcionar no sentido da marca gerar uma sensação de pertencimento, mas o resultado geralmente não se sustenta.

Esse investimento milionário de 1 minuto e 30 segundos durante o Super Bowl poderia ter sido muito melhor usado com uma história de verdade. Quando o espectador escolhe investir ou não 1 minuto e 30 segundos de sua atenção pouco importa pra ele se a história foi criada pelo Twitter ou por um roteirista profissional.

via B9

sábado, 2 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Palestra no Evento #Vailaefaz - Brasília 15/03

Todo ano a Matriz Comunicação, empresa júnior da Universidade Católica de Brasília, faz um evento voltado aos alunos de comunicação social com o intuito de apresentar o mercado, novidades e tendências.

O tema desse ano é VAI LÁ E FAZ, e eu fui convidado para palestrar no último dia, 15/06, sexta-feira, das 20:00 às 22:00.

Você que é aluno da UCB está mais do que convidado!

E só lembrando que no dia seguinte, 16/06, ministro o Curso de Storytelling e Transmídia na cidade! Mais informações nesse post.



PS: Vale o registro que o pessoal da Matriz também aderiu ao Harlem Shake.