quarta-feira, 7 de março de 2012

Histórico não é storytelling (sobre a timeline do Facebook)


Na semana que passou o Facebook fez o lançamento do novo modelo de fanpage, que agora possui a mesma timeline dos usuários "pessoa física".

Como acontece com toda novidade do mundo 2.0 muita histeria foi criada a partir desse fato e, segundo o próprio Facebook, um dos principais objetivos dessa mudança seria melhorar o ambiente para que as empresas contassem histórias.

Aí vem a Patrícia Albuquerque, sócia da Espalhe, e manda uma provocação no meio de seu artigo para a Exame, onde comenta o assunto:
E aqui vai uma provocação: desde quando deixar de fazer propaganda e começar a contar histórias depende de onde o texto está publicado? A solução não é geográfica. Se você tiver de fato uma história nas mãos, ela continuará sendo uma história onde quer que esteja. E, da mesma forma, se estiver criando uma propaganda, ela continuará sendo uma propaganda aqui, ali ou acolá.
Ela resumiu tudo o que eu queria falar sobre o assunto. Pessoal, postar coisas no formato de timeline não significa contar histórias, mas sim melhorar a visualização do histórico dos posts. E, como vocês sabem, histórico e história (no sentido de story) são coisas BEM DIFERENTES.

Para entender a diferença recomendo o filme Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas, do Tim Burton.

E antes que alguém fale que eu deveria usar a palavra estória, há uma grande polêmica sobre a validade dela na língua portuguesa: aquiaqui, aqui e aqui. Mas que facilitaria, facilitaria.

Um comentário:

  1. قد لا تحتوي هذه المتاجر على مجموعة واسعة من الأثاث والأنماط ، حيث تقتصر البضائع على خطوط الأثاث الخاصة بها ، ولكن الثقة والتفضيل القوي للعلامة التجارية يجلب المستهلكين إلى هذه المتاجر. بعض الأمثلة على ذلك Thomasville و La-Z-Boy و Bassett.
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    شركة نقل عفش بالخرج

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