terça-feira, 21 de maio de 2013

Storytelling e Transmídia para Marcas (ESPM Porto Alegre)

Já escrevi isso algumas vezes, mas faço questão de repetir. Uma das coisas mais legais que tem acontecido nos três últimos anos da minha vida é a oportunidade de viajar pelo Brasil com o objetivo de compartilhar um pouco do meu conhecimento e experiência.

Porto Alegre é, certamente, uma das cidades que eu mais visitei nos últimos tempos, mas nunca para dar aula. Bem, isso vai mudar, porque recentemente recebi um convite que me deixou muito, muito feliz!

Vou participar do time de professores do curso Storytelling e Transmídia para Marcas, da Escola de Criação da ESPM-RS, ao lado de gente altamente gabaritada, como a Sheron Neves, que, além de muita experiência na indústria do entretenimento, tem um dos melhores blogs sobre o assunto.

O curso começa em 25 de maio e terá 8 encontros em sábados, sendo que a minha aula acontece em 6 de julho. Para mais informaçeõs coloquei aqui embaixo os dois flyers oficiais e o site do curso fica nesse link. Então corre que ainda dá para se inscrever!


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Storytelling e Publicidade no blog da Vogg

Dei uma entrevista para o blog da Vogg, agência curitibana de branded content, publicada originalmente nesse link em 03 de maio de 2013. O conteúdo abaixo é uma réplica integral do texto.

Contar histórias ou, em inglês “storytelling”, é algo inerente ao ser humano. As pessoas contam histórias diariamente umas para as outras, em blogs, em diários e em muitos outros meios. A publicidade vem justamente se aproveitando deste gosto por histórias para vender ideias e produtos, como forma de emocionar e gerar engajamento com o público. Mas contar histórias para marcas não é tão simples assim. Exige técnicas e domínio de conceitos.

Em entrevista exclusiva, Bruno Scartozzoni, planner, escritor, autor do blog Caldinas e professor do curso “Inovação em Storytelling: do Branded Content à Transmídia” da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), fala sobre as características de uma (boa) campanha baseada em storytelling e o futuro do transmídia storytelling.




Quais os elementos essenciais para montar uma boa campanha baseada em storytelling?
Bruno Scartozzoni: Essa pergunta é bem interessante porque a resposta parece óbvia, mas não é nem um pouco. Diria que os elementos essenciais para montar uma boa campanha baseada em storytelling são os próprios elementos essenciais para se contar uma boa história. O problema é que, por mais que contar histórias seja algo natural do ser humano e todo mundo saiba fazer em um nível intuitivo, dominar os conceitos e as técnicas por trás disso exige estudo e prática. Se não fosse assim qualquer um poderia escrever um livro ou roteiro de filme de sucesso. Mas na realidade a gente sabe que fazer essas coisas não é uma tarefa tão simples.
E quais são os elementos essenciais de uma história? Uma história é, na essência, um personagem (protagonista) superando obstáculos que o separam de seu objetivo (conflito). Quanto mais verdades emocionais houver nessa jornada, melhor. Pense em todos os filmes, séries, novelas, livros e histórias em quadrinhos que você já consumiu e verá que todos seguem esse padrão.
É importante entender que publicidade e o storytelling são mundos diferentes, com regras diferentes que muitas vezes entram em conflito. O desafio está justamente em usar as técnicas do entretenimento para vender alguma coisa (produto, serviço, causa, voto etc.).
Quais as “vantagens” de fazer uma ação utilizando o storytelling?
Bruno Scartozzoni: Muitos alunos me perguntam quando usar o storytelling. É claro que há uma questão de sensibilidade que depende de cada caso, como por exemplo, o objetivo de comunicação, a situação da marca, o momento do consumidor etc. Mas, antes de tudo, é preciso se perguntar se cabe emoção naquele desafio. Se couber emoção, então muito provavelmente cabe storytelling. E aí está a maior vantagem.
Em uma realidade onde uma pessoa comum é bombardeada por informação vinda de todos os lados (redes sociais, smartphones, publicidade etc.), tudo que é carregado de emoção tem uma chance muito maior de capturar a atenção das pessoas. Esse provavelmente seja um dos maiores desafios da comunicação hoje em dia, e o storytelling entra como uma técnica que, quando bem usada, resolve essa questão.
Como mostrar aos clientes que o storytelling pode trazer resultados? O mercado está aberto a isso?
Bruno Scartozzoni: Comecei a trabalhar com isso em 2008, quando era raro encontrar alguém que tivesse ouvido falar, quanto mais entender e estar aberto. Hoje a situação já é bem diferente. Por mais que não se compreenda plenamente para que serve e os conceitos por trás, dá para dizer que o mercado já tem uma boa noção e o interesse só aumenta.
O maior problema é entender que há um componente artístico nessa coisa de contar histórias, o que implica em um risco diferente do risco da propaganda tradicional. Por mais que um autor domine todas as técnicas, tem algo lá que depende de sua inspiração, e também dos leitores captarem a ideia e os sentimentos que ele quer passar. No dia a dia, vemos vários exemplos de filmes que tem tudo para estourar e não estouram, assim como o contrário. Essa imprevisibilidade assusta, afinal, no paradigma da comunicação tradicional, por pior que seja a campanha dá para saber que um número X de pessoas será impactado.
Que ações baseadas em storytelling você acha que fizeram história?
Bruno Scartozzoni: Vou citar uma brasileira e uma estrangeira.Das brasileiras eu diria que o case de “Eduardo e Mônica”, da Vivo, é um dos mais bem sucedidos. Não é só uma campanha de storytelling, afinal, mexeu com uma enorme base de fãs do Legião Urbana, com a nostalgia daquela época, com uma música que faz parte da nossa cultura pop, etc. No meio disso tudo. a letra da música conta uma história, e a Vivo foi muito bem sucedida em contextualizar sua marca ali, nos encontros e desencontros dos personagens.
Lá fora os bons exemplos são um pouco mais abundantes, mas se é para citar um só eu fico com o filme “O Náufrago”. Essa história consegue ser um produto cultural, que muita gente pagou para assistir (ingresso, DVD etc.), e, ao mesmo tempo, uma propaganda de duas horas da Wilson e da Fedex. Uma propaganda pela qual as pessoas estavam dispostas a pagar. Uma propaganda que, mais de 10 anos depois, continua sendo exibida nos lares do mundo todo. Não é um raciocínio fascinante?
E como fica o transmídia storytelling no meio de tudo isso?
Bruno Scartozzoni: Transmídia já é um passo além disso tudo que estamos falando. Supondo que você tenha uma história, a transmídia é basicamente uma nova forma de contá-la, em que mídias diferentes mostram pedaços complementares e, idealmente, independentes dessa narrativa. Na prática é aquilo que muitas franquias de entretenimento já estão fazendo. O filme ou a série contam um trecho principal da história, mas, ao mesmo tempo, surge uma história em quadrinhos que conta o que aconteceu antes do filme, um jogo que conta sobre o depois, um livro que explora um personagem coadjuvante do filme, e por aí vai. Teoricamente seria possível consumir só uma dessas mídias, e ainda assim a história faria sentido. Mas ao consumir algumas delas a experiência fica muito mais rica.
O que esperar do transmídia storytelling nos próximos anos?
Bruno Scartozzoni: Em uma realidade em que a atenção do consumidor está cada vez mais fragmentada, essa forma de contar histórias tem o objetivo de mantê-la sempre dentro do mesmo assunto, independentemente de quantas mídias estão sendo utilizadas. Mas, por outro lado, é preciso entender que esse tipo de coisa começou a ser considerada no planejamento de franquias da indústria do entretenimento há menos de 15 anos, com “Matrix”. Na prática não há uma forma certa de ser fazer, ou seja, tudo ainda é bastante experimental. E a publicidade, no fundo, vai no rastro desse pessoal, pegando pequenos elementos aqui e acolá que já deram certo nos filmes, séries etc.
Portanto, a tendência é que a transmídia amadureça nos próximos anos, e quem se permitir arriscar agora colherá frutos melhores lá na frente.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tudo o que você queria saber sobre Walking Dead (entrevista com Paula Gomes)


Tudo o que você precisa saber por agora sobre a Paula Gomes é que ela é a autora de um dos artigos mais completos que já li sobre o fenômeno Walking Dead, escrito para a Revista Universitária do Audiovisual da UFSCAR.

Quando eu li pensei "puxa, seria legal entrevistar a Paula e publicar aqui no blog". Então foi isso que eu fiz. Se você se interessa pela franquia, pelo fenômeno pop, pela mitologia zumbi ou por transmídia, leia o artigo e depois a entrevista, ou vice-versa.

PS: A entrevista foi feita via chat do Facebook, e particularmente acho que a dinâmica ficou bem interessante. :)


1 - Paula, gostaria que você se apresentasse. (nome, o que está estudando, de onde fala etc.)

Bom, sou Paula Gomes, graduada em Comunicação Social pela Unesp e atualmente faço mestrado em Imagem e Som na UFSCar, onde estudo o simbolismo espacial em filmes de zumbis. É dificil dizer onde moro no momento, uma vez que passo a semana viajando entre Limeira, São Carlos e Bauru. rs

2 - De onde vem esse interesse pelo universo dos zumbis?

Acho que todos que tem interesse neste tipo de narrativa possuem em algum grau uma atração pela fantasia sobrevivencialista; e um desejo utópico que Fredric Jameson descreve como uma realidade em que “o protagonista e um pequeno grupo de sobreviventes da catástrofe, partem em busca de uma coletividade menor e mais habitável após o fim da modernidade e do capitalismo”(Jameson, 2005, p.199)


3 - Boa observação! Eu sempre digo que histórias de zumbis são, na essência, histórias sobre epidemias. E que se você gosta de Ensaio sobre a Cegueira, do Saramago, não tem como não gostar de histórias de zumbis. 

Para mim uma outra definição possível para dimensionar o que representa esse tipo de história seria o homem contra a natureza. Aquela noção de que há algo maior do que a civilização por aí, podendo engolí-la a qualquer momento. Concorda ou discorda?


Acho que esta definição se aplica mais quando falamos de narrativas pós-apocalipticas, como The Walking Dead por exemplo, e, em menor grau, o filme 28 days later, nas quais os personagens precisam redescobrir como viver em um mundo em que a civilização já não existe mais.Mas quando se trata de narrativas apocalípticas, (que nos apresenta o inicio de uma catástrofe de nível local ou global) , o embate principal ocorre entre os próprios homens, que na grande maioria dos filmes de zumbis se mostram incapazes de conviver de forma coletiva, entregando-se a conflitos internos que resultam na morte do grupo de sobreviventes.

4 - Na sua opinião, o que Walking Dead tem de especial em relação à esse universo? Por que fez tanto sucesso?

A maior inovação realizada por Kirkman foi trazer este universo para uma mídia seriada, que possibilitou o desenvolvimento de personagens mais complexos; e forneceu uma mobilidade maior a estes personagens, que agora circulam pelo mapa, sem ater-se por muito tempo em determinado local, possibilitando assim o surgimento de um saga.

5 - Pelo que você estuda e lê sobre a série, existe uma previsão de que chegue ao fim? Ou a idéia do autor é explorar esse universo infinitamente?

Kirkman já afirmou em várias entrevistas que gostaria de continuar escrevendo esta história por muito tempo. Mas a estrutura atual da narrativa apresenta algumas dificuldades para uma narrativa de longa duração, como a centralização da história no personagem Rick Grimes. Para solucionar este impasse, Kirkman, sugeriu que talvez coloque Carl para assumir o papel de seu pai, após sua morte:http://www.thewalkingdead.com.br/kirkman-futuro-da-hq-rick-pode-morrer/

6 - Quem acompanha a série nos quadrinhos e na TV sabe que a história é mais ou menos a mesma, mas que há pequenas diferenças capazes de criar surpresas e manter os fãs ligados nas duas narrativas. Você acha que isso poderia ser benchmark para adaptações desse tipo daqui pra frente?

O diferencial de TWD é que as narrativas dos quadrinhos e da tv estão sendo desenvolvidas, ainda que não simultaneamente, de forma paralela, de forma que uma possa ser retroalimentada pela outra – como a tão esperada inclusão de Daryl Dixon nos quadrinhos: http://omelete.uol.com.br/walking-dead/quadrinhos/walking-dead-personagem-exclusivo-do-seriado-deve-entrar-nas-hqs/). Acredito que outras adaptações podem utilizar-se desta mesma estratégia no futuro.

7 - Você comentou comigo que está fazendo sua tese de mestrado em torno do universo zumbi. Do que se trata sua pesquisa?

Eu estou analisando os espaços em que são ambientados os filmes de zumbis em três épocas distintas: os filmes da década de 30-40 ambientados em antigas colonias do caribe; os filmes de “apocalipse zumbi” criados por Romero a partir de 1968, ambientados em lugares fechados e claustrofóbicos, e os filmes pós anos 2000, localizados em grandes capitais urbanas destruídas. O objetivo é analisar o potencial simbólico destes espaços, e sua interelação com as ansiedades sociais da época em que eles foram realizados, representadas pelas dicotomias geográficas interior versus exterior; local versus global; nacional versus estrangeiro; entre outras.

8 - Muito legal! Sinta-se a vontade para publicar aqui se quiser, quando estiver pronto.

Para finalizar nossa entrevista, quais argumentos você usaria para convencer alguém que não gosta de histórias de zumbi (mais por preconceito do que por uma experiência ruim) a assistir Walking Dead?


Os filmes de zumbis foram, por muito tempo, considerados uma produção relativamente barata, incentivando muitas produtoras pequenas a se aventuraram no subgênero, realizando produções sofríveis e de pouco valor cultural. Mas quando observamos as obras de cineastas como Romero, Fulci, e Ossorio, torna-se impossível negar o potencial simbólicos destes filmes para retratar as ansiedades sociais da época e local em que foram produzidos. TWD caminha em direção de tornar-se outro marco positivo na história deste subgenero.

9 - Paula, MUITO OBRIGADO pela entrevista! Se quiser deixar algum recado final para os leitores, o espaço é esse. 


Para quem deseja ver um bom filme de zumbis tupiniquim, recomendo o ótimo Mangue Negro de Rodrigo Aragão.

Vou deixar meu email também para duvidas/reclamacoes/ ofertas milionárias: paulagomesrtv@gmail.com


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Rafinha Bastos entrevista Datena

Tá, eu sei que o Rafinha Bastos é um cara polêmico e, se você chegou até aqui, existe uma chance alta de você odiá-lo. Então vou te dar um espaço de tempo para que você respire fundo e tenha condições psicológicas de continuar lendo o post.

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Respirou?

Pois bem, como estou entrevistando pessoas para o projeto Young Lions Brazil | LinkedIn, resolvi assistir algumas entrevistas para TV e web com o objetivo de entender como faz e realizar um trabalho cada vez melhor.

E aí me deparei com isso. Rafinhas Bastos entrevistando Datena. E dei play.

De verdade, é uma das melhores coisas da internet dos últimos tempos.

Não porque seja engraçado, e humor não é o foco do programa, mas porque essa será, muito provavelmente, a primeira vez que você vai ouvir o Datena (outro cara bem polêmico) falando de uma forma honesta, de coração aberto, sobre si mesmo. Mudou completamente minha percepção sobre o cara, juro.

E, de quebra, aprendi o que já sabia. O que mais importa em entrevistas desse tipo são as histórias pessoais. Eu pelo menos não aguento mais entrevista tipo press release.

sábado, 4 de maio de 2013

Debate exSanta: Fabio Feldmann + Ricardo Young

Esse é um post um pouco fora dos assuntos que eu normalmente trago aqui, mas vale a pena.

No dia 13 de maio, segunda-feira, às 20:00 em São Paulo, a exSanta (Associação dos Ex-Alunos do Colégio Santa Cruz) vai realizar um debate sobre Meio Ambiente com duas referências na área: Fabio Feldmann e Ricardo Young.

Fui um dos fundadores da exSanta lá em 2001 (sim, o tempo passa rápido) e, apesar de estar momentaneamente afastado do dia a dia da entidade, ainda participo de algumas atividades.

Ah, não precisa ser ex-aluno para ir no evento ok? Todos estão convidados.

Mais informações no flyer abaixo.


sábado, 20 de abril de 2013

Palestra sobre Storytelling em Brasília


Recentemente participei de um evento bem legal, organizado pelos alunos do curso de comunicação social da Universidade Católica de Brasília. Todo ano eles trazem palestrantes de todo o Brasil para falarem sobre temas de seu interesse, e tive a honra de ser convidado para falar sobre storytelling.

Acabei montando uma palestra bem diferente das que eu normalmente faço, contando uma história pessoal e, logo depois, usando-a para ilustrar os conceitos do storytelling. Acho que ficou bem legal, e agora vocês podem assistir a gravação. :)



Os vídeos das outras palestras estão disponíveis no canal da Matriz Comunicação, agência júnior da UCB.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A good story comes from love

Post originalmente publicado em Canalside View e copiado integralmente aqui, inclusive com o título em inglês. Preferi não traduzir para manter o impacto.

A dica veio do Guilherme Guimarães.



terça-feira, 9 de abril de 2013

Existe espaço para mais heroínas na nossa cultura?


Donkey Kong é o jogo favorito de Pauline, filha pequena de um programador. Pauline ama o jogo, mas acha injusto o fato de que é sempre o Mario que resgata a Princesa, e nunca o contrário. Na cabeça de Pauline, que já nasceu em um mundo (ou pelo menos em um parte do mundo) em que os gêneros possuem uma certa igualdade, isso não faz o menor sentido.

Então seu pai usa as madrugadas para hackear o jogo, e o resultado é Donkey Kong: Pauline Edition, uma versão modificada em que a Princesa assume o papel de protagonista e Mario vira a vítima indefesa.

Essa história circulou pela internet já faz algumas semanas, mas se você ainda não viu dá play aí, e logo abaixo vão meus comentários...



Por causa de questões culturais, que resultam em questões comerciais, a maioria dos heróis de nossa cultural são homens branco e heterossexuais. Nada contra, eu também sou homem, branco e heterossexual. Mas, mesmo assim, seria divertido ver mulheres, negros, gays e representantes de outros grupos sociais salvando o mundo de vez em quando.

Já ouvi por várias fontes que, por mais que se tente criar histórias de aventura onde mulheres são protagonistas, heroínas não vendem. Nem para homens, nem para mulheres. E não duvido disso. Quebrar uma cultura é algo que pode demorar algumas gerações mesmo.

Por outro lado, histórias como essas do Donkey Kong podem ser um sinal de que essa nova geração pensa diferente. Os últimos filmes do Tarantino também, colocando mulheres, judeus e negros como protagonistas.

PS: Esse post está bastante relacionado com outro que escrevi recentemente, sobre personagens da literatura brasileira.

notícia via O Globo

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A batalha que nós não escolhemos (storytelling + fotografia)


Angelo conhece Jennifer. Eles se apaixonam, vão morar juntos e, meses depois, ela descobre que está com câncer de mama. Ele, um fotógrafo, tem a idéia de registrar os principais momentos dessa jornada. A foto que está em cima é a primeira. Para ver tudo até o final vá até o site do projeto: The Battle We Didn´t Choose.

É um ótimo exemplo de como é possível contar uma história só com fotos. Veja na sequência que você vai entender (e provavelmente chorar também).